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TOZ | Museu Chácara do Céu

TOZ | Museu Chácara do Céu

27/11/2017 - Indicado ao prêmio Pipa em 2014, Toz realiza a exposição “Povo Insônia”, no museu da Chácara do Céu com a criação de proposições que partem de diálogos entre seu personagem, o insônia, e a coleção do museu. O personagem nascido nas ruas vem carregado de influencias, assim como suas pinturas, instalações e uma obra sonora, que ocupam as salas e o jardim do museu como resultado de pesquisas sobre a influência da cultura africana. A programação faz parte dos 25 anos do projeto Os Amigos da Gravura, cujo objetivo é convidar um artista para produzir gravuras ou múltiplos exclusivos com tiragem limitada. SOBRE O MUSEU O Museu da Chácara do Céu, junto com o Museu do Açude, foram residências de Raymundo Ottoni de Castro Maya, nascido em Paris em 1894, e falecido em Santa Teresa. Atuou em diversos ramos mas foi como colecionador de arte, gosto herdado de seu pai, engenheiro ligado ao imperador D. Pedro II, que deixou seu maior legado. Os Museus que foram residências de Castro Maya formam umas das mais importantes coleções públicas do país. Neles encontram-se nomes como Picasso, Matisse e Modigliani preservados ao acervo juntamente a artistas brasileiros como Guignard, Di Cavalcanti e Volpi. Também enriquecem a coleção o mobiliário luso-brasileiro dos séculos XVIII e XIX, assim como a azuleijaria neocolonial provenientes de países como França e Holanda. Atualmente os museus foram incorporados ao governo brasileiro integrando o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), do Ministério da Cultura, com seus prédios, acervos e parques dos Museus Castro Maya tombados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 1974, onde adaptou-se as residências às necessidades dos espaços museológicos.

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Graziela Pinto | Biblioteca do Amor

Graziela Pinto | Biblioteca do Amor

27/11/2017 - BIBLIOTECA DO AMORGraziela Pinto participa da Biblioteca do Amor, projeto idealizado por Sandra Cinto que contou com ajuda de colaboradores de todo mundo, reunindo mais de 200 livros e objetos de artistas centrados no amor, no cuidado, na paz e na esperança. A inauguração será realizada junto a instalação de Cinto no CAC - Contemporary Art Center, no dia 8 de Outubro às 14h em Ohio, EUA. Artistas, escritores e curadores:Aaron Delamatre, Adrián Montenegro, Adriana Aranha, Alain Urrutia, Albano Afonso, Albuquerque Mendes, Alexandre Paiva, Alfredo Nugent Setubal, Alice Freire, Alice Ricci, Alice Quaresma, Aline van Langendonck, Ana Lucia Mariz, Ana Niski Zveibil, Ana Nitzan, Ana Sario, Anastacia Hatziefstratiou and Iraklis Rafail Hatziefstratiou, André Feliciano, André Hauck, Andrea Guzmán Jerez, Andréa Schieferdecker, Andréia Reis, Andrés Hernández, Angel Calvo Ulloa e Carlos Maciá, Anne Cartault d'Olive, Avenir Institute (Denis Maksimov and Timo Tuominen), Azeite de Leos, Bel Falleiros, Bettina Vaz Guimarães, Bruno Miguel, Caio Reisewitz, Camila Otto, Carla Chaim, Carlos Nunes, Carlota Mason, Carolina Cordeiro, Catalina Jaramillo, Cecilia Walton, Christina Meirelles, Claire Talbot, Colectivo Oso (Luis Calvo and Elizabeth Flores), Cristiane Mesquita e Rosane Preciosa, Cristina Ataíde, Cristina Suzuki, Daisuke Nagaoka, Daniella Bauer, DARDO e Conchi Lage, David Almeida, Diego Castro e Juliana Monachesi, Ding Musa, Edith Derdyk, Eduardo Verderame, Elida Tessler, Eric Jonsson e Arjana Vrhovac Jonsson, Felipe Cama, Felipe Souto Ferreira, Felippe Segall, Fernando Velázquez, Fernando Vilela, Flávia Ferreira, Flávia Junqueira, Flavia Mielnik, Flora Parrott, Futoshi Yoshizawa, Geórgia Kyriakakis, Graziela Pinto, Guilherme Callegari, Guillermo Mora, Gustavo Jeronimo, Gustavo Torrezan, Guto Lacaz, Helen Faganello, Henrique de França, Hermano Luz, Hildebrando de Castro, Ikrek Edições (Pedro Vieira and Luiz Vieira), Iñaki Domingo, Isabela Prado, Ivan Grilo, Ivan Padovani, Janaina Mello Landini, Jérôme Benitta, Jérôme Florent, João Musa, Joe Civitello, Josué Mattos, Julia Kater, Juliana Kase, Júnior Suci, Justin West, Katia Canton, Kimi Nii, Laerte Ramos, Laura Gorski, Leda Catunda, Leka Mendes, Leonardo Remor and Denis Rodriguez, Lia Chaia, Luciana Kater, Luisa Editore, Luiz Telles, Machi Miyamoto, Madu Almeida, Malu Saddi, Mano Penalva, Manoel Veiga, Marcela Tiboni, Marcelo Amorim, Marcelo Fontana, Marcelo Moscheta, Marcia de Moraes, Marcia Fraguas, Marcia Xavier, Margarida Holler and Ananda Carvalho, Mariana Palma, Marina Setubal, Marlene Stamm, Martin Lanezan, Maura Bresil, Mauro Cerqueira, Mauro Piva, Meredith Waddell, Miguel Pérez Ramos, Misha Bies Golas, Mônica Caspari, Mónica Muñoz, Mônica Rubinho, Nazareno, Néle Azevedo, Nino Cais, Nuno Sousa Vieira, Otávio Zani, Paola Fabres and Joel Galvão, Patricia Pomerantzeff, Paula Borghi, Paula Kaori Nishijima, Paulo Climachauska, Pedro Cappeletti, Raúl Díaz Reyes, Regina Silveira, Reginaldo Pereira, Renata Cruz, Renata Cruz and Laura Gorski, Renato Leal, Renato Pera, Ricardo Barcellos, Ricardo Càstro, Ricardo Ribenboim, Rita Castro Neves and Daniel Moreira, Rita Gaspar Vieira, Roberta Tassinari, Rodolpho Parigi, Rodrigo Linhares, Rodrigo Sassi, Rodríguez-Méndez, Roger Bassetto, Rosana Mariotto, Rui Calçada Bastos, Sandra Cinto, Sayako Oguri, Shirley Paes Leme, Sho Tanaka and Moeko Tokumoto, Sidney Philocreon, Silvio Fatz, Sofia Pidwell, Sonia Guggisberg, Stela Barbieri, Suwon Lee, Takafumi Kijima, Tatiana Coelho, Tatiana Dalla Bona, Tchelo, Teresa Viana, Thereza Salazar and Eduardo Jorge, Tyler Hamilton, Vicente de Mello, Victor Leguy, Vini Dantas, Vitor Mejuto, Vitor Mizael, Vivian Kass, Wilian de Souza

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Marcela Gontijo discute as transformações das grandes metrópoles na  individual New Territories

Marcela Gontijo discute as transformações das grandes metrópoles na individual New Territories

17/11/2016 - Grandes metrópoles sempre fizeram parte da vida de Marcela Gontijo, que já morou em São Paulo, na Cidade do México e em Hong Kong. O ritmo acelerado, as misturas de etnias e as constantes ocupações e transformações das cidades são os principais elementos de seu mais novo trabalho, que será apresentado na individual New Territories, a partir de 21 de novembro, na Galeria Movimento, no Rio de Janeiro. Com texto de apresentação de Felipe Scovino, a mostra conta com sete obras inéditas de grandes dimensões (2 x 2,20 e 1,80 x 1,20), produzidas em suportes como lona ou compensado. Os trabalhos foram feitos nos últimos quatro anos, período em que a artista viveu em Hong Kong. Foi num ateliê chinês alugado na região chamada New Territories, que Marcela reuniu todos os elementos urbanos que achou interessantes, como jornais, revistas, panfletos e fotografias das ruas. “É uma área fora do centro, bastante industrial, mas que agora tem também algumas residências. Um espaço em total transformação”, diz. A artista começou suas obras pelas pinturas, depois vieram as colagens a partir dos elementos encontrados nas ruas e, por fim, as grossas fitas coloridas, restos também das lojas de New Terrotories. Como uma trama urbana, parte dos trabalhos de Marcela não têm molduras, são colados à parede, num repertório como o das metrópoles, onde não se sabe onde é o início ou o fim. “Este sintoma de uma cidade em transformação, atravessada por novas configurações geográficas, oportunidades de trocas culturais, cores, formatos, enfim, um turbilhão de informações e também revezes geram os mapas ou pinturas de Gontijo”, escreve Scovino em seu texto de apresentação. “É como se pudéssemos perceber através das obras, a diagramação e escala de novos bairros, a disposição das áreas urbanas, mas também uma espécie de imagem e som da cidade”, completa. Marcela selecionou dois trabalhos para serem finalizados no Rio, às vésperas da exposição, com elementos encontrados pela artista na Cidade Maravilhosa. Com isso, ela chama a atenção para questões comuns aos grandes centros urbanos em todo o mundo, como a especulação imobiliária. “Com essa exposição quero chamar a atenção para a multiplicidade. O mundo mudou, não cabem mais muros. Temos que criar novas formas de entender o território e suas ocupações”, resume. Sobre a artista – Com licenciatura em Educação Artística – Artes Plásticas pela Universidade de Brasília, Marcela Gontijo já participou de exposições individuais e coletivas em cidades como Hong Kong, Rio de Janeiro, Florianópolis, São Paulo e Cidade do México. Suas obras fazem parte de importantes coleções particulares no Brasil e no exterior. Nascida em Belo Horizonte, a artista que vive em Brasília participou da ArtRio 2016 e teve todas as suas obras expostas compradas durante a feira. Marcela é também presidente do IPG - Instituto Paulo Gontijo, uma organização privada, sem fins lucrativos, idealizada e deixada por seu pai, o físico, engenheiro civil e empresário Paulo Gontijo. O objetivo do IPG é promover pesquisas e estudos científicos a respeito da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e desenvolver ações de sensibilização e humanização que possam contribuir para o melhor atendimento dos profissionais, pacientes e das famílias envolvidas com a doença.Abertura: 21 de NovembroExposição: 22 de Novembro a 21 de Dezembro

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Marina Art Wall

Marina Art Wall

01/10/2015 - Arte na fachada externa do Hotel Marina é finalizadaEnquanto grande parte da população curtia a praia no fim de semana, lá no alto do Hotel Marina Palace o artista plástico Toz, talento da arte contemporânea carioca, trabalhava os traços na fachada que na terça-feira, dia 23 de setembro, foi celebrada como o mais alto grafite do Brasil, com 75 metros de altura e dez metros de largura – o equivalente a 26 andares do hotel. A arte, “estampada” na fachada de concreto do hotel que virou ícone de uma das orlas mais fotografadas do mundo, consumiu mais de mil latas de spray e alegrou o Leblon com 35 cores e personagens carismáticos. “Para o Marina Palace, a iniciativa reforça, por meio da arte, que o carioca e o brasileiro em geral têm vocação para a alegria. Em um momento delicado pelo qual o país passa, é importante devolver essa autoestima. Nada mais emblemático do que ter um dos cartões postais do país como tela para esse feito”, afirmou Yan Gracindo, diretor de MKT da BHG – rede hoteleira da qual o hotel faz parte. “O principal desafio foi a dificuldade de recuo. Eu não tinha como saber como estava ficando a pintura, a não ser que descesse toda hora do andaime suspenso, o que era inviável. Mas estou muito satisfeito com o resultado, principalmente com as cores, que combinaram muito bem com o azul do céu e do mar. Fico feliz porque parece que o Rio abraçou minha arte. Nada é mais gratificante do que poder contribuir para a cidade ficar ainda mais alegre”, resumiu Toz. Marina Art WallA pintura foi iniciada no dia 14 de setembro e quem passou pela praia nesse período pôde acompanhar o live painting, que impressiona pela grandiosidade e ousadia. Além de ser a maior arte individual de Toz, outra novidade envolveu o projeto: pela primeira vez o carioca teve a chance de escolher o tema de uma instalação artística da orla. Foram disponibilizados três temas na enquete realizada na fanpage do hotel no Facebook. A escolha do público foi “Alegria, alegria! Trago a cidade amada em 3 dias”.Aos poucos o personagem Vendedor da Alegria, criado por Toz e escolhido pelos internautas para ser o tema principal da arte, foi aparecendo no concreto, junto com outro personagem – a menina Nina. "O mais legal é que o Vendedor da Alegria nasceu na praia, após eu observar uma pessoa vendendo bolas em plena areia. A imagem daquele comerciante me fez sentir uma alegria enorme e daí eu elaborei um personagem com a mesma proposta", explicou o artista. O projeto Marina Art Wall foi ativado pela UP line, eleita melhor agência do Sudeste e Centro-Oeste pelo Ampro Globes Awards 2015, maior premiação de Live Marketing no Brasil. Os apoiadores são a Mills, Galeria Movimento, do bem, Radio Ibiza e Jeffrey. Produção - UP line I Apoio - Mills I Curadoria - Galeria Movimento

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